Bruno Alves
NOME | Bruno Alves
FORMAÇÃO TÉCNINCA E ARTÍSTICA
Licenciatura na Escola Superior de Dança (E.S.D.) do Instituto Politécnico de Lisboa no Ramo de Espectáculo.
Em 2006 participa na Coreografia “fragmentos” do coreógrafo Rui Lopes Graça, no âmbito da disciplina de composição coreográfica III na E.S.D. “When I am I”, orientado por Olga Cobos e Peter Mika, em residência no Convento da Saudação;
Entre 2003 e 2004 trabalha com o coreografo Jean-Paul Buchieri e Amélia Bentes, no âmbito da disciplina de composição coreográfica II na E.S.D.;
Em 2002 coabora na Coreografia “khora” de Rui Horta, “The” Francisco Pedro, no âmbito do estudio-coreográfico da E.S.D.;
De 2002 a 2006 frequenta o curso da Escola Superior de Dança no ramo de espectáculo, onde tem aulas de técnica com Ruth Silk, Marc de Graf, José Grave, António Carallo, Teresa Ranierie, Anabell Bonerie, Amélia Bentes, entre outros.
EM 2001 Coreografia “ adoro os meus pés nas o chão está frio” de Rita Judas.
Em 2001 frequenta aulas de técnica de dança clássica e técnica de dança moderna na Escola Superior de Dança como aluno externo;
De 1998/01 frequentou a disciplina de Expressão Dramática com formação em Dança e Teatro, onde destaca a participação como actor nas peças: “Doente Imaginário” de Molier e “Soldado Fanfarrão” de Plauto, bem como espectáculos de encerramento do ano lectivo como actor e bailarino;
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Em 2009 é Bailarino de “Ópera Crioulo”, uma co-produção do CCB E Procr.arte com libreto de Vasco Martins e Coreografia de António Tavares;
Bailarino em “In Palácio”, uma co-produção entre a Dançarte e PIA;
Bailarino de “Ciranda” Companhia de Danças Tradicionais de Oeiras com coreografia de Benvindo Fonseca;
Bailarino em “Out Adega”, uma produção da Dançarte com coreografia de Pedro Ramos;
Bailarino em “In Adega”, uma produção da Dançarte com coreografia de Pedro Ramos;
Bailarino nas óperas “La Traviatta”, “Trovatore” e “Carmén” com a Orquestra do Norte no âmbito do Festival de Ópera de Portimão;
Bailarino no Teatro Nacional D. Maria II, em “Vinte e Zinco” de Mia Couto, encenação e dramaturgia de Maria João Rocha, coreografia de Catarina Câmara;
Bailarino do “Tilt”, Núcleo Coreográfico do Orfeão de Leiria, nas coreografias de Catarina Moreira: “ Tango” e “Spot Sport Pot”; Benvindo Fonseca: “Mestissagens”;
Bailarino de Amalgama, companhia de dança de Mafra, nos espectáculos: “Arcana”, “Mutações”, “Venité in silentio”, “Aestesis” e “Conquista-me”.
FORMAÇÕES PARALELAS
Precursão e guitarra, texto dramático, colocação de voz, Artes Plásticas
